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Mostrando postagens de julho, 2018

Versos Independentes

Vem, não sei de onde Talvez da necessidade Ou da inspiração Uns dizem ser verdade Outros, pura imaginação O que importa,   É que ela vem Tocando corações Daqueles que a lêem. Com um pedaço de papel E uma “bic” velhinha Os versos vão saindo E se encaixando em cada linha Tornando o pequeno ser Em escritor de seus devaneios Sorrindo pra vida Ou enfrentando os seus anseios.                      Feliz Dia do Escritor! Cátia Campello. 

Escute a si mesmo

        É preciso escrever. Tenho moinhos para ser minuciosamente decifrados e interpretados por mim. Tenho também a ousadia de ter uma imaginação fértil que tiram a órbita da minha realidade.                 É preciso escrever um texto “são” com palavras que traduzam meu “eu” e resolva os meus problemas. Mas qual a lógica de imergir no âmbito da literatura e não mergulhar nas maravilhas dos contos de fadas com seu “felizes para sempre!” ?        Ah, mais que mundo cruel e duvidoso! Oferece-me ousadias, mas me dá incompreensões.   O que é preciso para desvendar-me?             Rabiscar folhas com caneta preta não traz a serenidade da perfeita tradução, pelo contrário, surge a maldita falta de inspiração: “Como escrever minhas emoções?”. Há quem dirá que é melhor senti-las. Outros, por não saberem responder essa incógnita preferem ficar qu...